1 de nov de 2008

Recuperem o Titanic! - Clive Cussler...

Este é o livro que me acompanha neste momento.

Quando terminar direi qualquer coisa. Foi editado em 1976 e, para já, aqui fica a sinopse:Tudo começa com o "Projecto Siciliano", cujo objectivo é permitir aos Estados Unidos criar uma rede de defesa antimísseis qua assegure a defesa da nação contra qualquer ataque vindo do exterior.

Para levar a bom termo um tal projecto torna-se, porém, indispensável obter um metal extremamente raro, chamado bizânio. Mas onde arranjar em quantidade suficiente este metal?

Um sábio procede a investigações e descobre que pioneiros canadianos se apoderaram, em 1912, do precioso metal que, metido em várias caixas, foi embarcado por um deles no "Titanic".

O presidente americano decide, então, recuperar o paquete que se encontra a mais de 3600 metros de profundidade, no Atlântico Norte.

Aos Russos também interessa, naturalmente, um metal tão valioso e, depressa, os respectivos Serviços Secretos desencadeiam as hostilidades...

Roma - Steven Saylor...


Acabei de ler. Fiquei fascinado...

O livro é simplesmente fabuloso.

Toda a História de Roma, desde a altura em que era um mero ponto de passagem para os comerciantes de sal, até à grandiosa cidade que dominou o mundo.


O modo sublime como Steven Saylor liga as pequenas histórias de duas das mais antigas famílias romanas - os Potício e os Pinário - à história de Roma, prende-nos do princípio ao fim do livro, só o conseguindo largar no final e ficando - eu fiquei - com aquela sensação de vazio que só um livro que nos toca de forma especial nos deixa no final.


Nunca tinha lido nada deste autor e fiquei - mais uma vez - com vontade de comprar e ler todos os restantes livros.


Sem querer tirar o lugar ao Professor Marcelo Rebelo de Sousa, permitam-me que, também eu, recomende um livro. A este, recomendo sem reservas...

27 de out de 2008

Casa nova em curso...

Pois é.
Estou a construir casa e ando numa roda viva a escolher o material eléctrico, as janelas, as louças sanitárias, madeiras e já não sei mais o quê...
É assim a modos que cansativo, mas ao mesmo tempo excitante... vou ter biblioteca e tudo... os meus livros vão ficam bem arrumadinhos.
Lá para meados do ano que vem devo estar de mudanças.

Mudou a hora...

E eu não gosto...

Às 17h00 já começa a escurecer. Que dias tão pequenos...

25 de out de 2008

Desabafo machista...

A Carla hoje vai a um jantar "só de mulheres". Eu fico com o Guilherme...

Há dias eu fui a um jantar "só de homens". Ela ficou com o Guilherme...

Igualdade de direitos, portanto...

Parafraseando já não sei quem, não contando com o período antes de Cristo, durante cerca de 1950 anos a sociedade foi predominantemente masculina. O homem mandava, dominava, subjugava a mulher, que detinha um papel de menoridade, quer na sociedade, quer na sua própria casa...

Eu tive o azar de viver nos outros 50 anos...

Hoje fui à Vandoma...


Fui à feira da Vandoma onde comprei 13 livros juvenis pela módica quantia de 3,20€...

Sim... 3,20€...

Comprei 12 livros da colecção "Viagens no Tempo" de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, da Caminho e um livo chamado "Lady Jane", de C.V. Jamison, da colecção Histórias para a Juventude da Livraria Civilização, datado de 1964.

Posso dizer que não dei o meu tempo por mal empregue. Bem pelo contrário...

24 de out de 2008

"Desaparecido em Massília"



Também comprei este livro, entusiasmado que ando com a leitura de "Roma".

Steven Saylor foi, para mim, uma muito agradável surpresa e aí vou eu lançado na compra dos seus livros.

Aqui fica a sinopse: No ano 49 a. C., uma guerra civil sangrenta entre as forças leais a Pompeu e Júlio César alastrou sobre o mundo romano e ninguém se pode dar ao luxo de ser neutro. Numa cidade refém de antagonismos, Gordiano, o Descobridor, recebe uma mensagem anónima informando-o da morte do seu filho, Meto, que trabalhava como agente duplo para César.Procurando saber qual foi o verdadeiro destino de Meto, Gordiano parte rumo ao porto sitiado de Massília (hoje Marselha) que, por tomar o partido de Pompeu, tenta resistir ao cerco do exército de César, cujos homens e navios se encontram já nas portas da cidade. Para conseguir passar pelas poderosas tropas e entrar em Massília, Gordiano dispõe de uma única arma, o próprio cérebro.